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Monday, January 2, 2017

Quercus quer criar novos espaços na natureza no Tejo internacional

A Quercus criou uma campanha no movimento associativo ambientalista em Portugal, para adquirir terrenos para a conservação da natureza na zona do Tejo internacional, com o objectivo de adquirir mais um terreno de 80 hectares. Para a aquisição do terreno em questão a Quercus necessita de uma quantia de 150.000 euros até ao final de Fevereiro de 2017, tendo estabelecido no site da PPL o valor da sua campanha em 20.000 euros.

A campanha criada em 1987, tinha como objetivo proteger a fauna e a flora em perigo na zona do Tejo Internacional, de forma a evitar que a nossa floresta autóctone e fauna ameaçada fossem destruídas pelas plantações de eucaliptos e abates ilegais. A Quercus conseguiu angariar verbas para adquirir 600 hectares, o que tem ajudado ao longo dos últimos 30 anos a dar origem a várias reservas que têm sido utilizadas para potenciar a recuperação da biodiversidade.

Fonte: PPL



A organização ambiental tem vindo a desenvolver a recuperação de habitats e espécies nesta zona, através de ações de sensibilização ambiental, turismo de natureza, ações de reflorestação e recuperação de linhas de água, remoção de espécies exóticas invasoras, devoluções à natureza de espécies recuperadas, entre muitas outras iniciativas. O trabalho tem sido realizado com o auxílio de  de outros moradores locais, municípios, empresas e autoridades publicas.

O novo terreno irá desta forma possibilitar uma recuperação de cerca de mais 800 metros de margens da Ribeira do Marmelal, que é uma ribeira repleta de habitats de conservação como os tamujais e freixiais e que conta com a presença de diversas espécies. Além disso este projecto vai permitir ainda a conservação de mais de 40 hectares de floresta de montado de sobro e de 20 hectares de floresta de Azinhal.

Fontes: PPL, Tribuna da Madeira.

Autores: Bruno Marques, Gonçalo Almeida.

Friday, December 12, 2014

Portugal no topo das melhorias nas alterações climatéricas



Anunciado no passado dia 8 de Dezembro, Portugal mantém o 6º lugar no ranking dos países com maior taxa de desenvolvimento nas melhorias das alterações climatéricas, na 10ª edição do índice de avaliação ambiental (CCPI). Criado pela organização não-governamental de ambiente GermanWatch e da Rede Europeia de Acção Climática onde está presente a portuguesa Quercus, a realizar-se em Lima, Peru a Conferencia das Nações Unidas onde foi anunciado esta avaliação.

Mantem está posição em relação ao ano passado pois os 3 primeiros lugares do pódio não foram ainda ocupados por nenhum dos 58 países participantes, visto não haver nenhum país capaz de na sua totalidade baixar, nesta acção, os índices de efeito estufa e emissões. Portugal tem assim feito um bom avanço no que toca a melhorar as emissões de dióxido de carbono para atmosfera.

Portugal superou largamente as metas climáticas para 2012. Já atingimos 27% de incorporação de energias renováveis no nosso consumo final de energia e quase 60% de energia renováveis na produção de eletricidade. E estamos prontos para ir ainda mais longe.” refere a Quercus



João Lopes