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Friday, November 18, 2016

RAPoder: a influência da música rap em Portugal na década de 90


RAPoder no Portugal urbano pós 25 de Abril” foi um trabalho sobre o movimento do rap e hip-hop nacional entre os anos de 1986 e 1999, organizado por Soraia Simões ( da Mural Sonoro). Na primeira fase deste projecto realizaram-se debates tendo como intervenientes músicos, MCs, investigadores, jornalistas e outros agentes. Os debates ocorreram no dia 7 de Setembro, num dos pátios da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

A sessão contou com a presença do Historiador, Professor e Investigador do Instituto de História Contemporânea da FCSH NOVA Fernando Rosas e de José Falcão, um dos fundadores da SOS Racismo no ano 1990, de Lince, integrante do grupo New Tribe que faria parte da primeira colectânea 'hip -hop' editada em Portugal, a RAPública e ainda um dos fundadores dos estúdios BIG BIT.

Evensi
O debate teve como moderadora a Investigadora do Instituto de História Contemporânea da FCSH NOVA, Soraia Simões, coordenadora deste ciclo que se insere no projecto ''RAPortugal 1986 - 1999'', projecto de investigação e criação que contou com os apoios da Direcção Geral das Artes.

Nesta sessão de abertura falou-se de uma parte da história da cidade de Lisboa e da influência da música rap na transformação económica, política e cultural de Portugal na década de 90, assim como do tema racismo.

Fontes: O Fado; Mural Sonoro; FCSH NOVA.

Autores: Gonçalo Almeida
Bruno Marques

Wednesday, April 15, 2015

Manuel Chaparro: sem ética não há bom jornalismo

O jornalista e investigador Manuel Chaparro esteve em Portugal para participar no debate “Por uma ética cristã no jornalismo”, organizado pela Rádio Renascença. Aos 81 anos, Chaparro lembra que sem ética "não haverá nem bom jornalismo, nem bons jornalistas". Fundador do blogue de jornalismo “O XIS da Questão”, o investigador afirma que “temos de ser independentes, o nosso relato tem que ser verdadeiro, tem que ser honesto, não pode enganar ninguém, nem pode agredir ninguém injustamente”. E lembra: “temos que ser responsáveis por aquilo que escrevemos e dizemos.”