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Monday, December 12, 2016

A grande ordem (ou não) da Schutzstaffel

Umas das mais conhecidas forças formadas pelo líder Nazi Adolf Hitler, afinal não era o que toda a gente pensava.

Conhecidos como os carrascos do Reich, e controlados pela segunda pessoa mais importante no partido Nacional-Socialista Heinrich Himmler, estes homens que usavam a farda das SS, tinham obrigatoriamente de ser alemães, daí terem o seu passado exaustivamente investigado de maneira a só entrar "sangue puro" para as fileiras da organização, supostamente. Depois de serem seleccionados, estes homens passavam por um treino exaustivo, onde eram incentivados a odiar as minorias, principalmente os judeus.

Himmler, com o passar dos anos, começou a consolidar e a aumentar o número de homens no seu "esquadrão", chegando a ter quase 1,5 milhões de militantes nas SS. Mas à medida que a guerra foi avançando, a Alemanha começou a sofrer demasiadas baixas, principalmente no Leste da Europa, e não conseguiu acompanhar a necessidade de enviar tropas para as linhas da frente. O que resolveu fazer a grande ordem (ou não) ariana que se orgulhava na sua raça e odiava todas as outras ? Começou a recrutar todo o tipo de pessoas que pusessem empunhar uma arma. Espanhóis, belgas, húngaros, romenos e búlgaros. Até chegaram a recrutar franceses, uma raça odiada pelos alemães. O caso mais insólito até hoje relatado, foi de os Nazis chegarem a recrutar estudantes indianos e prisioneiros do Norte de África.

Um regimento que começou por estudar e observar incansavelmente as raízes dos seus tropas no início da guerra, mais para o fim, já aceitava todo o tipo de pessoas que simplesmente conseguissem ir para a guerra e dar um tiro com uma arma.

Fontes: Observador, UOL Notícias.


Francisco Gaspar
Regina Aleixo

Friday, October 21, 2016

Allepo: Uma cidade em ruínas

Ainda hoje o exército sírio, com a ajuda dos russos, tenta controlar de novo a cidade que foi tomada pelo auto-proclamado Estado Islâmico. De acordo com as autoridades sírias, os bombardeamentos ajudaram imensa na reconquista de bairros importantes no norte de Allepo que irão ajudar a retomar a cidade.

Cidade de Allepo

As Forças Armadas de Damasco afirmam que várias colinas do distrito de Al Brich voltaram a ficar sobre o seu domínio, também no norte da cidade, onde se registaram múltiplos confrontos entre os soldados sírios e grupos de extremistas e de rebeldes que lutam contra o regime de Bashar Al Assad.

Por outro lado, a SANA, a agência de notícias oficial desse país, noticiou que foram registados ataques de rebeldes nas zonas controladas pelas autoridades de Damasco.

Allepo, antes da guerra, era a maior cidade da Síria. Era considerada a capital económica do país. Passados 5 anos de bombardeamentos e 400 mil mortes depois, as únicas coisas que se sobraram foram escombros, desgraça e miséria. Um cenário que faz lembrar Berlim em 1945.


As imagens registadas por um drone que sobrevoou a cidade de Allepo conseguem mostrar o estado em que se encontra a cidade. Ruas vazias mas ao mesmo tempo cheias de escombros, ruínas por todo o lado e a falta de vida em Allepo mostram as verdadeiras consequências da guerra.




Francisco Gaspar
Regina Aleixo

Friday, January 9, 2015

Caos na Síria: Uma visão fotográfica


1 - Nas ruas que já não são as mesmas, são milhares os abrigos que deixam de existir. A guerra já se faz sentir na Síria. (Victor Sukhorukov)


2 - No meio da destruição, as armas são tudo o que restam. E, no fundo, são as mesmas, mudando apenas a intenção das pessoas que as carregam. (Michal Przedlacki)


3 - A inocência sobrevive nos recantos daquelas que agora são as ruas da devastação. Os meios são escassos mas a esperança de sobrevivência fala mais alto. (Dimashqi Lens)


4 - O mundo aos pés da população. Vidas contadas em anos, agora destruídas em minutos. (Michal Przedlacki)


5 - Algo que outrora se podia denominar de "paisagem", é hoje visto como um mero desmoronamento. (Michal Przedlacki)

Beatriz Cassona e Joana Raimundo