Monday, January 2, 2017

PBS Space-Time cria projecto crowd-funding

Fonte- YouTube (PBS Space-Time)
Criado em Fevereiro de 2015, a PBS Space-Time é um canal do YouTube que explora as questões do Universo, apresentado por Matthew O'Dowd, tentando procurar responder a perguntas que os seus subscritores tenham através de vídeos. O canal tem tido algum sucesso, tendo mais de 700 mil subscritores.

Sendo uma série semanal, necessita de dinheiro todas as semanas, e por essa razão criaram em Novembro a sua própria conta Patreon. Para já, semanalmente, recebem quase 9 mil dólares por semana, com o objectivo de atingir a barra de 10 mil dólares, que, se for atingido, Matthew O'Dowd irá recompensar os subscritores no Patreon com um vídeo Q&A (Perguntas e Respostas).

A barra dos 10 mil dólares não é a única existente na conta de astronomia da PBS. Se o seu Patreon ultrapassar os 20 mil dólares, um episódio especial será lançado a cada dois meses. A última barra a atingir é a dos 30 mil dólares, no qual a Space-Time abandona o estúdio para trazer à audiência "um episódio muito especial". Para os pagantes semanais desta conta Patreon, existem 8 níveis de recompensa, desde os 2 aos 500 dólares, com as recompensas variando entre o acesso ao Activity Feed, um Google Hangout mensal com a equipa, a um Google Hangout exclusivo com o apresentador.

A PBS Space-Time justificou que necessitam do projecto crowdfunding devido aos problemas que encontram em relação à produção e pesquisa de cada episódio (como, por exemplo, o episódio sobre o horizonte do acontecimento), nomeadamente, devido à animação meticulosa. A manter o mesmo ritmo, a Space-Time irá, em princípio, atingir a barra de 30 mil dólares no espaço de quatro ou cinco meses.

Alexandre Oliveira 21302402


Monday, December 12, 2016

A influência das Redes Sociais

Vivemos na era digital onde a troca de informações acontece de forma instantânea. A Internet proporciona várias formas de comunicação entre as pessoas. 

Com o avanço da tecnologia, e sobretudo com a invasão da globalização, em apenas um clique ficamos conectados com pessoas de todo o mundo e a qualquer momento através das redes sociais. Nelas podemos encontrar conteúdos de toda a natureza, quer entretenimento, passando pelo mundo dos negócios e outras coisas até mesmo desnecessárias.

Quando se fala em internet é tudo muito rápido , mas também perigoso.



Fonte: ntdesign

Mas com o avanço e abertura para as diversas actividades comerciais e pessoais na internet ou nas redes sociais, podemos constatar de certo modo, a banalização e o mau uso das redes sociais, que qualquer modo, abala a interligação entre os utilizadores. Por exemplo, os crimes cibernéticos, a pedofilia infantil na Internet, os assaltos bancários online, os ataques e invasões as contas quer pessoais quer de empresas, são algumas das vicissitudes que afligem o mundo virtual.

As redes sociais vieram para dinamizar a interligação pessoal, e também para ajudar as pessoas a abrirem-se ao mundo digital, e recolher informações e tendências da actualidade.
As redes sociais que antes eram apenas meios de entretenimento e diversão, hoje ganha força para protestos, coberturas de conflitos, guerras, assuntos polémicos, conflitos étnicos, manifestações, encontros, relacionamento e informação.

Cada vez mais pessoas passam demasiado tempo imersas no mundo virtual das redes sociais da internet, agarradas obsessivamente ao computador, procurando a sua autor-realização. 

Fonte: Observador e Diário de Notícias 

Emiliana Sumbo
Roberto Fiel
Solange Marcelo

A vida complicada dos portugueses na Liga dos Campeões

Foi conhecido durante a manhã de hoje em Nyon, na Suiça, o próximo passo que as equipas portuguesas vão dar na fase a eliminar da Liga dos Campeões de futebol. 

O Benfica vai ter pela frente a equipa que mais golos marcou na fase de grupos da prova milionária, o Borussia Dortmund e diga-se de passagem tem nos últimos anos medido forças ao grande colosso Bayern Munique, perspectivando-se um encontro muito complicado para os encarnados. A primeira eliminatória vai ser disputada na Alemanha, nos primeiros dias do mês de Fevereiro. Contudo nem tudo é mau para as águias visto que a consistência em termos de exibição, que a equipa alemã tem apresentado, deixa muito a desejar, o que dá esperança ao Benfica.

Record

Já o Futebol Clube do Porto, também não vai ter vida fácil na próxima eliminatória da Champions. Os dragões vão defrontar a Juventus que tem dominado a Serie A nos últimos anos e que era um dos adversários menos acessíveis para as equipas portuguesas. Num ano em que a equipa italiana investiu para cumprir o sonho de voltar a vencer a prova milionária, com a contratação de Gonzalo Higuain e Daniel Alves, será preciso um Porto quase perfeito para ultrapassar a equipa comandada por Allegri. Por outro lado, a equipa de Nuno Espírito Santo também não tem apresentado a consistência desejada pelos adeptos, sendo que tem tido alguns percalços durante esta temporada, com altos e baixos em termos de resultados, mas que neste momento parece começar a entrar nos eixos e que se espera uma resposta positiva neste regresso a Itália, depois dos brilhantes jogos frente à Roma, no play-off de acesso à fase de grupos.

No mês de Fevereiro e de Março, espera-se que Benfica e Porto consigam estar à altura dos seus desafios e objectivos, pois também convém que as suas prestações não prejudiquem a classificação de Portugal no ranking da UEFA.

Fontes: Record, Público

Autores: Gonçalo Almeida
Bruno Marques

Wellcome to Lisbon?


Se vem visitar Lisboa, prepare-se para a novidade. Talvez as agências de viagem não o tenha avisado sobre isso, mas as ruas típicas da cidade não estão assim "tão típicas". Se pensa em visitar alguns marcos da cidade, vai deparar-se com isto:

Fonte: Expresso.

As obras do programa com o nome "Uma Praça em cada Bairro" já estão em curso e deverão estar concluídas antes das eleições autárquicas, a realizar entre o final de setembro e o início de outubro de 2017. Coincidência?

Puro eleitoralismo, acusam opositores de Medina, actual presidente da Câmara de Lisboa. É o caso de Nunes da Silva, vereador entre 2009 e 2013 com o pelouro da Mobilidade sob a presidência de António Costa, afirma que vê na simultaneidade das obras um "dedinho da política". A Câmara defende que todo o processo de consulta pública, lançamento de concursos e execução de obras é demorado, sublinhando “tempos estranhos estes em que o cumprimento das promessas eleitorais é chamado de eleitoralismo.

As obras não estão apenas a afectar os turistas, também estão a criar dores de cabeça a muitos moradores e comerciantes. Para além das intervenções nas artérias principais da cidade, noutras ruas há quem só queira proceder a cargas e descargas e não possa chegar a um parque de estacionamento.

Quantos lugares se perdem? Câmara não sabe. A perda de lugares de estacionamento devido a estas obras tem sido uma das principais críticas dos moradores da zona.

Fonte: Canal Q

Gostaríamos muito de acreditar que estas obras são apenas "o cumprimento de promessas eleitorais", mas porque só terem começado a cumpri-las logo às portas das eleições autárquicas? E os outros 3 anos anteriores?





Ângela Dias e Jessi Martins.

A grande ordem (ou não) da Schutzstaffel

Umas das mais conhecidas forças formadas pelo líder Nazi Adolf Hitler, afinal não era o que toda a gente pensava.

Conhecidos como os carrascos do Reich, e controlados pela segunda pessoa mais importante no partido Nacional-Socialista Heinrich Himmler, estes homens que usavam a farda das SS, tinham obrigatoriamente de ser alemães, daí terem o seu passado exaustivamente investigado de maneira a só entrar "sangue puro" para as fileiras da organização, supostamente. Depois de serem seleccionados, estes homens passavam por um treino exaustivo, onde eram incentivados a odiar as minorias, principalmente os judeus.

Himmler, com o passar dos anos, começou a consolidar e a aumentar o número de homens no seu "esquadrão", chegando a ter quase 1,5 milhões de militantes nas SS. Mas à medida que a guerra foi avançando, a Alemanha começou a sofrer demasiadas baixas, principalmente no Leste da Europa, e não conseguiu acompanhar a necessidade de enviar tropas para as linhas da frente. O que resolveu fazer a grande ordem (ou não) ariana que se orgulhava na sua raça e odiava todas as outras ? Começou a recrutar todo o tipo de pessoas que pusessem empunhar uma arma. Espanhóis, belgas, húngaros, romenos e búlgaros. Até chegaram a recrutar franceses, uma raça odiada pelos alemães. O caso mais insólito até hoje relatado, foi de os Nazis chegarem a recrutar estudantes indianos e prisioneiros do Norte de África.

Um regimento que começou por estudar e observar incansavelmente as raízes dos seus tropas no início da guerra, mais para o fim, já aceitava todo o tipo de pessoas que simplesmente conseguissem ir para a guerra e dar um tiro com uma arma.

Fontes: Observador, UOL Notícias.


Francisco Gaspar
Regina Aleixo

O Estado dos Media pós-Presidenciais Americanas

Fonte - Flickr

Donald John Trump será o novo Presidente dos Estados Unidos, após derrotar Hillary Clinton no Colégio Eleitoral (embora perder no voto popular), com 306 votos eleitorais a seu favor contra os 232 da candidata do Partido Democrata. A vitória foi considerada um "choque" pela imprensa, após as sondagens apontarem para uma vitória relativamente simples para Clinton. Como é possível? Será devido à desconfiança do público sobre os políticos? Será das dificuldades económicas que milhões americanos sofrem? Não. É racismo e sexismo, claro. Os media, incrédulos, apontaram que a vitória de Trump foi a reflexão de uma América racista, sexista e xenófoba. Comentador da CNN Van Jones comentou ainda antes da vitória de Trump ser confirmada que estas eleições foram uma "chicotada branca".

Mas a verdade é que a eleição de Donald Trump é apenas um choque para os media e, para um grau menor, para os americanos a viverem em zonas urbanas, que não sentiram os efeitos económicos dos últimos 4 anos liderados por Obama. Um em sete americanos vive com cupões alimentares. A maioria da população rural não sentiu os efeitos económicos que Obama trouxe pois vivem à margem destes. E isto enquanto o mesmo acumulou mais dívida do que quase todos os Presidentes Americanos que o precederam... juntos. Tirando George W. Bush e Bill Clinton da lista, Barack Obama, sozinho, vence todos os Presidentes dos Estados Unidos, de George Washington a James Buchanan, de Abraham Lincoln a Jimmy Carter, de Frankling Roosevelt a Andrew Johnson... nem sequer todos os 41 Presidentes juntos batem Obama no que toca a acumulação de dívida. Será que até sair no dia 20 de Janeiro irá bater mesmo todos? É possível. Para além disso, a verdade é que o povo americano está farto do establishment vindo de Washington e de Wall Street. Desde a saída de Ronald Reagan e a entrada de George H. W. Bush que o povo americano escolheu sempre alguém que fazia parte do mesmo, e tirando Bill Clinton, cujas medidas beneficiaram o povo americano a curto-prazo, mas acabou por causar certos impactos negativos a longo prazo (como a NAFTA), todos os Presidentes causaram fortes impactos negativos sobre partes da população, com o pior a ser George W. Bush, que falhou em controlar a crise do subprime, que acabou por levar à Grande Recessão.

O maior factor não é, nem de perto nem de longe, motivos raciais, sexistas ou xenófobos. A esmagadora maioria de quem apoiou, e de quem não apoiou mas votou em Trump, não é racista, nem sexista, nem xenófobo. São pessoas fartas dos candidatos de costume, que prometem melhorias económicas que não são cumpridas. Acabaram por preferir um candidato populista e carismático, que recusou dinheiro de Wall Street e complicou a vida até ao Republicano mais poderoso, o Speaker of the House Paul Ryan. E verdade seja dita, Trump foi contra o establishment republicano, o establishment democrata, os media... e ganhou. Cada escândalo, cada ataque, cada artigo não o matava, muito pelo contrário, apenas dava força à sua campanha. E no fim, embora não tendo ganho no voto popular, uma campanha inteligente deu-lhe uma vitória esmagadora. Não ganhou na popularidade, mas esmagou Clinton nos Estados em toss-up, aqueles que interessavam, que então deram-lhe uma vitória expressiva no que interessava, que é o Colégio Eleitoral.

Os media acompanharam Donald Trump de uma forma pouco ou nada objectiva. Foram ataque após ataque, cada um deles a simbolizar cada vez mais de que o jornalismo americano não é mais jornalismo, mas sim uma forma de activismo político. Os jornalistas americanos são activistas antes de serem a própria profissão, e são ideólogos antes de serem activistas. E com isto, há apenas duas coisas a retirar: A primeira é de que o jornalismo americano como o conhecíamos morreu, e a segunda é que os media não só já não são capazes de influenciar o público americano, mas também de que estes vivem completamente desligados fora da realidade do público americano que supostamente deviam representar.

Alexandre Oliveira 21302402

Friday, December 2, 2016

UE quer fim das fronteiras no acesso a filmes e séries no estrangeiro


O Parlamento Europeu quer que os cidadãos possam aceder às suas subscrições de filmes e séries, como por exemplo a Netflix e a Viasat's Vaiplay. mesmo quando estão no estrangeiro.

Netflix
                                                    Fonte: Televisão 3D

Já pensou em viajar para o estrangeiro e aceder aos seus filmes e séries favoritas? Normalmente não se consegue devido a restrições nos direitos de autor, situação que o Parlamento Europeu quer alterar. O eurodeputado francês Jean-Marie Cavada do grupo ALDE defende que é "uma espécie de excepção que permite a portabilidade transfronteiriça durante um curto período de tempo, dependendo de duas coisas: que seja uma viagem temporária e que seja possível verificar que, de facto, pagou a subscrição no seu país de residência”.

                                                                      Fonte: Youtube

A Comissão dos assuntos jurídicos votou, dia 29 de Novembro, favoravelmente a utilização dos serviços de subscrição pagos, exemplo da Netflix e Viasat's Viaplay, para aceder ao conteúdo protegido pelos direitos de autor. Com esta medida, será possível assistir não só filmes, mas também emissões desportivas, música, jogos e livros electrónicos quando estiverem num país da União Europeia que não o seu.


Ângela Dias e Jessi Martins.